PERNAMBUCO, Março de 2026 – NOTA DE IMPRENSA
Pernambuco reeditou, em 2025, o seu melhor percentual no índice de desconforto econômico realizado pelo Santander. Na série histórica do estudo, iniciado em 2013, os pernambucanos vêm apresentando uma melhora significativa desde 2022, quando o índice era de 19,5%, e, em 2025, voltou ao ápice positivo de 12,4% registrado em 2013.
Melhora histórica do índice
O índice combina as taxas de inflação e desemprego para sintetizar o impacto da economia no cotidiano das famílias. Em Pernambuco, a queda do indicador reflete uma combinação de inflação moderada e um mercado de trabalho mais aquecido, com efeitos diretos no poder de compra das famílias e na confiança do consumidor.
O que o índice mede
O índice de desconforto econômico reúne dois componentes principais: inflação e desemprego. A leitura conjunta desses fatores permite avaliar, de forma sintética, como a conjuntura econômica afeta o bem-estar das famílias e sua capacidade de consumo.
Desempenho regional e nacional
A média nacional, em 2025, ficou em 9,3%, o menor percentual da série histórica. Observa-se uma melhora gradativa na maioria dos estados, embora as regiões Nordeste e Norte ainda não tenham alcançado os mesmos patamares de qualidade observados no Sudeste e Sul. Segundo os autores do estudo, há redução das diferenças, mas diferenças regionais persistem.
Autores e destaque do estudo
“Todos os municípios das regiões Nordeste e Norte têm Índice de Desconforto abaixo ou perto dos patamares de 2012. No entanto, todas as capitais dessas duas regiões permanecem acima da média nacional”, ponderam os economistas responsáveis pelo estudo.
- Rodolfo Pavan
- Henrique Danyi
- Ítalo Franca
Contato
Kauê Diniz
(81) 98848 0876
Assessoria de Imprensa Santander Nordeste e Norte