Setembro Vermelho chama atenção para a saúde cardiovascular e reforça que o diagnóstico precoce da insuficiência cardíaca é fundamental para pessoas de todas as idades, sobretudo porque hipertensão, obesidade e diabetes são comuns na população brasileira.
Dados e impacto
De 2015 a 2024 o Sistema de Informações Hospitalares do SUS registrou cerca de 1,97 milhão de internações por insuficiência cardíaca, evidenciando o grande impacto dessa condição no sistema de saúde e a necessidade de maior conhecimento por parte da população.
O que é insuficiência cardíaca
“Muita gente acredita que insuficiência cardíaca significa que o coração parou de funcionar. Na realidade, trata-se de uma condição em que ele perde a capacidade de bombear sangue de forma eficiente para atender às necessidades do organismo”, explica a cardiologista Dra. Maria de Fátima Oliveira. O quadro costuma evoluir de forma progressiva, por isso a atenção aos sinais iniciais é decisiva.
Sintomas que merecem atenção
- Falta de ar aos pequenos esforços ou ao deitar
- Cansaço persistente
- Inchaço nas pernas e nos pés
- Palpitações
- Ganho rápido de peso por retenção de líquidos
Identificar esses sintomas precocemente facilita o tratamento e reduz o risco de internações.
Fatores de risco e prevenção
Hipertensão, diabetes, obesidade, doença renal e histórico de infarto aumentam o risco de insuficiência cardíaca. Para proteger o coração especialistas recomendam:
- Controlar a pressão arterial
- Manter alimentação equilibrada
- Praticar atividade física regularmente
- Não fumar
- Realizar acompanhamento cardiológico periódico
Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida.
Serviço
Dra. Maria de Fátima Oliveira
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