Na edição que celebra os 50 anos da Artefacto, a arquiteta Camila Pimenta estreia na Mostra assinando a vitrine da loja, um espaço que se apresenta como instalação sensorial e expressão do legado do design brasileiro. A intervenção reconecta luz, matéria e percepção em uma proposta de contemplação.
Um encontro entre linguagem autoral e legado
Camila traz para a vitrine uma linguagem autoral que dialoga com a trajetória da Artefacto. Mais do que exposição de produtos, a peça assume caráter de arquitetura efêmera, onde cada plano e cada reflexo contribuem para uma narrativa que reverencia o passado e projeta contemporaneidade.
Uma vitrine como experiência sensorial
A proposta parte da desaceleração da percepção. Em vez de ocupar o espaço com impacto imediato, a obra convida o público à contemplação, revelando camadas e sutilezas conforme o observador se desloca diante da vitrine.
A instalação CONSTELLA
CONSTELLA é a peça central criada pelo escritório de Camila e desenvolvida pela Scatto Lampadario. Com planos de vidro suspensos, a instalação captura e fragmenta a luz, produzindo composições dinâmicas que se transformam com o movimento do público. A luz atua aqui como elemento construtor e narrador do espaço.
Integração do mobiliário
O mobiliário da Artefacto se integra organicamente ao projeto, funcionando como extensão da arquitetura e reforçando atributos que consolidam a marca: técnica, sofisticação e permanência. A curadoria do espaço realça a identidade do design brasileiro ao longo de cinco décadas.
Inauguração e repercussão
A Mostra Artefacto 50 Anos reuniu nomes do entretenimento e da arquitetura em sua inauguração. Entre os convidados estiveram Adriane Galisteu, Ana Paula Junqueira e Paulo Bacchi, além de arquitetos, artistas e empresários que prestigiaram a estreia da arquiteta no evento.
- Adriane Galisteu
- Ana Paula Junqueira
- Paulo Bacchi
Amplitude e continuidade
Com essa vitrine, Camila Pimenta amplia sua presença no circuito nacional de arquitetura e interiores, apresentando um projeto que articula sensibilidade, rigor estético e uma leitura contemporânea do morar. A intervenção reafirma o potencial da vitrine como espaço de experiência e reflexão.
Foto Divulgação Camila