Adolescentes e jovens com autismo participarão como vendedores no estande do Instituto Dimitri Andrade durante a Fenearte 2026, entre os dias 8 e 19 de julho, em uma ação que alia inclusão, autonomia e geração de renda por meio da metodologia de emprego apoiado.
Projeto e funcionamento
O estande do Instituto Dimitri Andrade ficará na área das Redes Sociais, estande nº 569, próximo à praça de alimentação. O espaço funcionará como uma experiência prática de capacitação profissional, permitindo que os participantes desenvolvam atividades de vendas, atendimento ao público e organização dos produtos expostos. Mais informações sobre a feira podem ser consultadas no site oficial da Fenearte fenearte.com.br.
Objetivos da iniciativa
A proposta criada pela psicóloga Frínea Andrade busca ampliar oportunidades de desenvolvimento profissional para pessoas autistas e neurodivergentes, promovendo vivências de trabalho com acompanhamento e suporte contínuo. Segundo Frínea, a experiência fortalece autonomia, habilidades sociais e possibilidades de inserção no mercado de trabalho.
Produtos e parceiros
- No estande serão comercializados abajures bordados com temática do autismo, produzidos pela artesã Jussara Albuquerque da Faz Cúpulas. Para localizar o trabalho da artesã consulte: busca Faz Cúpulas.
- Também serão oferecidos acessórios e bolsas da Edit Acessórios. Consulte parceiros do projeto em: busca Edit Acessórios.
- O Instituto Dimitri Andrade mantém divulgação e contato em suas redes e canais institucionais: busca Instituto Dimitri Andrade.
Metodologia e importância
O emprego apoiado é uma metodologia voltada à inclusão de pessoas com deficiência e neurodivergentes no mercado de trabalho, com acompanhamento individualizado e suporte contínuo. A relevância da proposta fica evidente diante de dados que mostram alta taxa de exclusão laboral entre adultos autistas, conforme levantamento disponível no site Autism Speaks.
Preparação e impacto
Os jovens participantes passam por preparação prévia nas atividades do instituto, integrando um processo terapêutico e educacional que desenvolve comunicação, responsabilidade e independência. Além da experiência na Fenearte, o instituto articula parcerias com empresas para vagas compatíveis com os perfis dos participantes. “O trabalho produz impactos que vão muito além da renda. Favorece a socialização, fortalece a autoestima e amplia a autonomia”, afirma Frínea Andrade.